Quem sou eu

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Sou um morador da cidade do rio de janeiro que tem uma visão um tanto quanto peculiar da vida e de outras coisas que nos cercam... Alguns consideram meus textos perturbados outro dizem que é uma "viagem na maionese", ou, até mesmo, consideram meus textos bonitos e profundos, bem independentemente do que eles são, tem gente que gosta de ler-los, logo, não posso reclamar. Bem, se você é uma dessas pessoas, ou se você acha que tudo isso que eu falo aqui é sem sentido, ou até mesmo, acha que eu sou maluco, bem o problema é de vocês. Sim, eu tenho (a bosta) do twitter: @DrPlitek , vou logo avisando que la não tem nada de útil, mas aqui também não, então pode vir a interessar...

segunda-feira, 19 de julho de 2010

A Chave

Em uma das esquinas amargas da grande metrópole, que se assemelhava a um gigante formigueiro, habitado por estranhas pessoas "normais". Um corpo era atingido, por um veloz projétil, brilhante como a reluzente armadura do nobre medieval. Digo um corpo, pois há muito a morte já havia batido naquela frágil alma. No momento em que o gracioso fragmento de metal forjado para abrir as portas do paraíso, penetra a bomba hidráulica biológica que para essas pobres criaturas é a inquestionável morada do amor, que como o chocolate vem basicamente em duas versões: Amargo ou ao Leite, o corpo morto passa a ser um objeto inanimado como as lembranças de um abajur apagado, e cai como uma folha de uma arvore deixando para traz todo o sistema que o segurava.
O hospedeiro atual da chave do paraíso sente o frio glacial que é sua vida saindo pelo orifício da fechadura, e o então corpo sem vida fora ressuscitado para sentir a bala arrancar verdadeiramente sua vida. Nesse momento uma lágrima caia, mas não era de um parente, um amigo, ou do próprio corpo, a pobre criatura que dilatava seus canais lacrimais devido à tristeza era ninguém menos que a verdadeira vitima fora aquele que acionara o sistema que impulsionara o cão que preso a mola principal acertara o projétil contido no tambor que percorreu um cano estriado ganhando assim rotação para não desviar de sua rota devido a força centrífuga viajando por 3 metros e acertando o corpo inanimado que ganha vida para morrer, em frações de segundos.
Interessantes foram os comentários e reações sobre o fato:
A mãe: não conseguiu pronunciar uma palavra inteligível
O pai: Ele era tudo para mim além de sua mãe, queria ter dito isso a ele...
O amigo1: A vida é injusta com as pessoas boas, ele era um amigo de verdade...
O amigo2: não imaginava que isso podia acontecer. Afinal, já descobriram porque ele se jogou contra o policial?
A amiga1: Eu não sei, se estou com raiva, ou se estou triste, Ele era importante
O Psicólogo: Ele já sabia, que morreria naquela situação, ele planejava tudo, TUDO
A amiga2: Ele era a melhor coisa que havia me acontecido agora ele morreu...
A garota que ele amava: Não consigo entender, sabe eu fiquei sabendo por siclano que ele gostava de mim, sabe, eu só tava esperando ele tomar iniciativa, posso até arriscar que amava ele, mas agora é tarde... Demais... (choro)”.
O colega de classe1: Ele sempre foi “estranho”
O colega de classe2: Como ele mesmo dizia: Peculiar
Familiar1: Não fazia idéia
Familiar2: É mentira esse cara devia ser cassado!
Juiz: Suicídio. Mas cometido por outro, complicado...
A vitima: ele... era inocente... mas eu não tenho culpa (entre lágrimas)
O morto: Foi presciso...

domingo, 27 de junho de 2010

A Saída

Me vejo perdido dentro de tal selva de concreto, aonde, ninguém se expressa e todos são iguais a maquinas, padronizadas, de uma grande fábrica de desilusão. Nessas circunstanciais, o que mais me abala, é o simples fato, de essas pessoas acharem que estão sendo diferentes, umas das outras, fazendo a mesma coisa, e agindo do mesmo modo. Todos sem face todos sem expressão vivendo para sustentar o grande organismo parasita que de todos nós retira tudo, e dá falsas esperanças para sempre continuarmos produtivos como as peças dentro de um grande relógio, movido a suor humano.
Ao me deparar com essa situação me remeto a alegoria da caverna escrito pelo grande sábio e filósofo Platão, e penso em como me soltar de tais amarras que me prendem dentro dessa realidade, penso em como sair, penso em como pensar. Por pensar e por tentar sair, sou tachado de louco.
Mas afinal qual é a diferença entre a loucura, e uma tal inteligência incapacitada de ser compreendida?! Simples a inteligência tem limites... Já a loucura, não. Então nessa correria do dia a dia, vivo a fugir de minha mente de mim, pois até o pensamento livre, é escravo de regras sociais e de bom senso.
Quando olho as estrelas de um céu noturno e me deparo com tão grande imensidão vejo a saída de tal caverna, saída essa que nada mais nada menos seria deixar nossas almas escapar por entre adentro nossos dedos, ao som de uma festiva sinfonia de liberdade. sim liberdade, e paz, profunda paz...

segunda-feira, 24 de maio de 2010

O chamado

Tempo, tempo, tempo... quanto tempo... Quanto tempo faz, desde a última vez... última vez que olhei com a ternura, que olho, quando estou realmente apaixonado, 100, 200, 500 anos? a muito não me lembro de tal data. mas algo, especial se assim poço dizer, pode ter me acontecido em quanto caminhava pela imensidão de um dos vários lugares imaginários que costumo freqüentar.
Um local que ao mesmo tempo em que estava cercado de uma multidão estava, com certeza, sozinho. Não que os rostos não fossem familiares, não; até que eram bem conhecidos. Porém estava sozinho. Isolado, sendo observado por grandes amigos. Mas nenhum deles completava o que faltava, porém, subitamente, ouço um chamado, e me viro lentamente, sem esperanças, não é para mim o bendito chamado, pensava, e acreditava fielmente.
Entretanto, estranhamente, era para mim chamado. atordoado, creio que ela me acenou, logo acenei, para falar a verdade não sei ao certo se havia alguém para onde acenei, (as vezes imagino encontrar alguém como eu na rua, e ver essa pessoa acenado para ninguém, seria uma imagem no mínimo: surreal) , o tempo como de costume passou... uma, duas, três horas se foram, creio que estava simplesmente parado durante esse tempo.
Quando magicamente uma presença surgiu a traz de mim, e me tocou as costas, ainda atordoado me virei, era ela, a moça que havia acenado, sorri, ela também, toda a multidão subitamente desapareceu, só sobrara ela, não estava mais sozinho. Ela sorriu novamente, correspondi, ela acenou e evaporou, da mesma forma que veio se foi, fechei os olhos, olhei para cima, e quando abri estava cercado de arranhas céus e de homens de terno sem face...

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Obrigado a todos aqueles que procuraram pelos ingressos. eles estão esgotado e o uffo esta muito feliz - -

terça-feira, 18 de maio de 2010

HANGOVER 2

Bem é noticia de última hora. Nessa sexta dia 21 vai ser a segunda edição da hangover. Pra quem não sabe, essa festa é para ajudar o Uffo a ter festa de formatura =]. --
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Vamos fazer um Uffo féliz!
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domingo, 16 de maio de 2010

O quarto

Nas viagens para entender minha mente, e o que sou verdadeiramente. Me deparei em um momento com um quarto vazio; quarto este sem janelas ou portas somente um espelho; logo notei que de branco estava eu vestido. no quarto havia somente a minha presença mas não estava só, ainda havia as vozes de minha cabeça a me atormentar.
Ao espelho me dirijo, recomendado pelos sussurros de minha mente; ao chegar, com minha mão toco no refletor de vidro, porém, ele adentro caio sendo mandado par um lugar; uma dimensão que se difere da do quarto; nesta existe uma porta; porta esta que esta no teto. andei até chegar na parede, tive a idéia de continuar; coloquei meu pé na parede e me pus a caminhar até atingir a bendita porta.
13/05/10

terça-feira, 4 de maio de 2010

Como suportar: presença instável do ser; o frio, abissal, insuportável, que sinto ao toque de sua morta mão; seus dedos ao subir pelas minhas costas, como um anjo, que assedia sua protegida: negro anjo da noite; com sua alva pele; seus rubros dentes de sangue. me deixastes, porque, sozinha neste cruel mundo? me salvara da morte; condenando a vida sem ti.
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Não me entenda mal: minha musa; dona de meus pensamentos mais profundos. Me perdoe caso tenha lhe explorado, te abusado. Sua alva pele me seduz, mas sou humano, e vivo, não morto como pensavas. Me pergunto o mesmo sobre ti: Vives minha musa, meu anjo? ou estou fadado a viver minha vida sem ti, e somente de lembranças, essas que nunca vivi?